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A história das ruas de Bragança ganha noite de autógrafos na Feira

“As primeiras ruas de Bragança foram abertas pelos colonizadores portugueses, no bairro então chamado Aldeia. Com eles estavam os missionários jesuítas que chegaram ao Caeté em 1672, abrindo um grande sulco de luminosidade. Eram padres virtuosos e dedicados à causa da igreja, com experiência de convívio indígena. Aqui chegando procuraram demarcar a área de ocupação”.

Assim começa a ser contada a história das ruas de Bragança no livro “Alma das Ruas” de José Ribamar de Oliveira, que ganhará uma noite de autógrafos neste sábado, 3, às 18h30, no estande da Imprensa Oficial do Estado, na XXI Feira Pan-Amazônica do Livro.

“Eu amo as ruas de Bragança”, declara o autor.  “A rua tem alma, é esta alma que dá vida aos bragantinos”, define Oliveira.

Segundo o escritor Fernando Augusto Prudente Vieira, que assina a apresentação do livro “a obra de José Ribamar de Oliveira é o elo que nos insere na nossa história particular a partir do lugar onde vivemos, da nossa cidade, da nossa rua, da nossa pequena Bragança”, pontua.

“Nos leva a conhecermos onde tudo começou, onde eu digo com certeza, esta é minha história. Nas ruas, nos bairros da nossa cidade está a essência do que somos”, completa Vieira.

Vieira relata que a história de Bragança está muito ligada a estrada de ferro que dá nome às localidades da passagem do trem, “e Ribamar Oliveira, com esta obra, nos insere na nossa história como indivíduo participante e morador”, finaliza.

Serviço: “Alma das Ruas
Data: 3 de junho
Hora: 18h30
Local: Estande da Imprensa Oficial do Estado, na XXI Feira Pan-Amazônica do Livro, no Hangar.
Entrada franca.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado

Fonte: Imprensa Oficial

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