Aluna de escola pública lê 40 livros em menos de um ano

Ana Carla e a professora Cristiane Caetano, que lançou a iniciativa

Em plena era digital, cultivar o hábito de ler livros, como antigamente, é quase uma raridade, principalmente entre os jovens. Mas, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Manoel de Jesus Moraes, no bairro do Marco, em Belém, os estudantes não só prezam pelos livros, como disputam campeonatos de leitura.

Com quase 500 alunos, o colégio criou o projeto ‘Ler Para Crescer”, baseado no hábito da leitura, incentivando os estudantes do ensino fundamental a ler, interpretar e dissertar os assuntos lidos em sala de aula. Na manhã da última quinta-feira (14), os professores premiaram os 16 alunos que mais se destacaram no projeto.

Ana Carla dos Santos, 12, levou o primeiro lugar no projeto Ler Para Crescer

O destaque foi a aluna do 6º ano, Ana Carla dos Santos, de 12 anos, que leu mais de 40 livros durante todo o ano. “Querido Diário Otário foi o primeiro que eu li. De lá pra cá, me habituei com essa rotina de ler bastante e interpretar. Sempre aconselho meus colegas sobre isso. Quando posso, compro livros e, depois de ler, empresto para eles. Sou apaixonada por livros”, afirma.

A disputa pelo primeiro lugar foi acirrada. Débora Luane, também de 12 anos, leu 38 livros, ganhou a medalha de prata e, por pouco, não ganhou a colega Ana Carla.

Pelo projeto, os estudantes interpretam o que leram em sala de aula e relatam os fatos para os colegas de outras turmas. A iniciativa é da professora de inglês Cristiane Caetano, que elaborou a atividade após perceber a grande dificuldade das crianças na leitura e na escrita.

A docente conta que no início percebeu que os alunos estavam perdendo o hábito da leitura e iniciou o projeto contando histórias pra eles na biblioteca, apresentando livros interessantes. Os estudantes começaram a gostar, emprestar e até a comprar livros.

“Foi aí que veio a ideia de lançar uma competição entre os alunos que mais lessem e interpretassem as obras. No final do ano, ganharia troféus, medalhas e livros. Isso virou uma febre na escola” – Cristiane Caetano, professora.

Diante do sucesso do projeto, a escola já está se preparando para ampliar a competição no próximo ano. “Tem o objetivo de estimular e criar nos nossos alunos o hábito pela leitura, pela escrita, pela interpretação e formação de textos. Em 2020, o projeto vai absorver todos os alunos da nossa rede escolar”, informa a diretora Lúcia Maia.

Em plena era digital, cultivar o hábito de ler livros, como antigamente, é quase uma raridade, principalmente entre os jovens. Mas, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Manoel de Jesus Moraes, no bairro do Marco, em Belém, os estudantes não só prezam pelos livros, como disputam campeonatos de leitura.

Com quase 500 alunos, o colégio criou o projeto ‘Ler Para Crescer”, baseado no hábito da leitura, incentivando os estudantes do ensino fundamental a ler, interpretar e dissertar os assuntos lidos em sala de aula. Na manhã da última quinta-feira (14), os professores premiaram os 16 alunos que mais se destacaram no projeto.

O destaque foi a aluna do 6º ano, Ana Carla dos Santos, de 12 anos, que leu mais de 40 livros durante todo o ano. “Querido Diário Otário foi o primeiro que eu li. De lá pra cá, me habituei com essa rotina de ler bastante e interpretar. Sempre aconselho meus colegas sobre isso. Quando posso, compro livros e, depois de ler, empresto para eles. Sou apaixonada por livros”, afirma.

A disputa pelo primeiro lugar foi acirrada. Débora Luane, também de 12 anos, leu 38 livros, ganhou a medalha de prata e, por pouco, não ganhou a colega Ana Carla.

Pelo projeto, os estudantes interpretam o que leram em sala de aula e relatam os fatos para os colegas de outras turmas. A iniciativa é da professora de inglês Cristiane Caetano, que elaborou a atividade após perceber a grande dificuldade das crianças na leitura e na escrita.

A docente conta que no início percebeu que os alunos estavam perdendo o hábito da leitura e iniciou o projeto contando histórias pra eles na biblioteca, apresentando livros interessantes. Os estudantes começaram a gostar, emprestar e até a comprar livros.

“Foi aí que veio a ideia de lançar uma competição entre os alunos que mais lessem e interpretassem as obras. No final do ano, ganharia troféus, medalhas e livros. Isso virou uma febre na escola” – Cristiane Caetano, professora.

Diante do sucesso do projeto, a escola já está se preparando para ampliar a competição no próximo ano. “Tem o objetivo de estimular e criar nos nossos alunos o hábito pela leitura, pela escrita, pela interpretação e formação de textos. Em 2020, o projeto vai absorver todos os alunos da nossa rede escolar”, informa a diretora Lúcia Maia.

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