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Assaltantes conseguem escapar de Shopping

A Polícia Militar não localizou dentro do Shopping Pátio Marabá os três bandidos que realizaram um arrastão na Secretaria Municipal de Assistência Social (Seasp), nesta manhã, e em seguida fugiram em um veículo da Câmara Municipal de Marabá, fazendo refém o motorista do automóvel.

Após o servidor da Câmara ser liberado e informar que viu os três assaltantes entrando no shopping pela porta da frente, a Polícia Militar formou um cerco com cinco viaturas e 10 policiais, que passaram a vistoriar o interior do prédio.

De acordo com o tenente Valino, nenhum suspeito foi identificado no estabelecimento e os policiais acreditam que havia apoio no local, com veículo. “Provavelmente eles saíram do local. Estamos continuando as buscas para tentar capturar os elementos, com foco na Nova Marabá. Já pedimos as imagens do circuito interno para a gente tentar puxar as características físicas ou até o rosto deles”, declarou.

Segundo as vítimas do crime, um dos homens é branco e alto e os outros dois são morenos e baixos. Um deles carrega uma mochila nas costas, transportando os objetos roubados. Em nota, o Shopping Pátio Marabá afirmou que “sobre o boato que está circulando, fomos informados que ocorreu um assalto de um veículo de um órgão da Prefeitura (SEASP)  lá na Cidade Nova. A polícia esteve aqui no shopping, porque houve uma denúncia de que os assaltantes teriam vindo para cá para o estacionamento. Mas nada foi encontrado e os policiais já foram embora”.

Para o sargento Arielson, que atendeu a ocorrência na Seasp, os assaltantes podem ser os mesmos envolvidos em dois crimes anteriores semelhantes: um em uma escola e o outro no Hospital Materno Infantil, divulgado pelo Correio de Carajás.  “Em todas as fugas eles fogem em carros roubados dos outros e depois abandonam. Hoje pegaram carro da Câmara com motorista para levarem eles para certo local. Pode ser o mesmo bando”, declarou.

Recentemente, a Secretaria Municipal de Assistência Social (Seasp) havia solicitado câmeras de segurança para o órgão, além de vigilância armada, mas ainda não foi atendida.

(Correio de Carajás/Luciana Marschall e Nathália Viegas)

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