Câmara de vereadores de Xinguara realizara sessão solene em homenagem ao dia da Imprensa

md.0000026301Acontecerá nessa segunda-feira 1º de junho, a partir da 19 horas, na Câmara de vereadores de Xinguara, uma sessão solene, em homenagem aos profissionais de imprensa do município.

No dia 16 de abril do ano de 2012, foi aprovado na Câmara Municipal e sancionado pelo Prefeito Municipal de Xinguara, Davi Passos, o projeto de lei de autoria do Vereador Cícero de Oliveira Almeida “Cíção” do PSB, onde instituiu o dia municipal da imprensa.

No art. 1º da Lei de Nº 824-12, ficou instituído o Dia da Imprensa no âmbito do municipal de Xinguara, a ser comemorado anualmente no dia primeiro de junho. Em seu paragrafo único, a Lei diz que, o Poder Legislativo homenageará a imprensa local com a realização de uma sessão solene, anualmente, no dia primeiro de junho.

O Dia Nacional da Imprensa no Brasil ainda confunde a cabeça de muita gente. Até 1999, essa data era comemorada no dia 10 de setembro, data que começou a circular no país o primeiro jornal publicado em terras brasileiras, “A Gazeta” – do Rio de Janeiro, no ano de 1808. Sob a proteção do governo de D. João VI, a publicação se caracterizava pelo forte viés oficial. Embora a imprensa já tivesse nascido oficialmente no Brasil em 13 de maio, com a criação da Imprensa Régia, seu início foi marcado pela primeira edição do periódico.

images2Tal celebração foi alterada com a lei 9831/99, criada pelo deputado Nelson Marchezan e sancionada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, que definiu a data oficial da Imprensa Brasileira no dia 1º de junho. A data escolhida marca a primeira publicação do Correio Braziliense, jornal de caráter ideológico editado pelo brasileiro Hipólito José da Costa em Londres, também em 1808. Esse periódico foi lançado três meses antes do jornal A Gazeta, com o intuito de informar a população brasileira sobre os eventos da Europa, sem a censura da Coroa Portuguesa.

A mudança no calendário oficial de duas datas, em função de duas publicações lançadas no mesmo ano, mas com linhas editoriais totalmente diferenciadas, mostra a síntese da Imprensa Brasileira: ora defensora dos interesses da população e das liberdades políticas e individuais, ora porta-voz do poder sem relação com esta mesma população.

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