Polícia

Pará: Família de jovem assassinado pela PM em Rio Maria, diz que ele foi morto por engano

Família de jovem acusado de participar de tiroteio vem à público pedir por justiça

Entenda o Caso: No último domingo 12, em Rio Maria, cidade com pouco mais de 20 mil habitantes, localizada no sul do estado do Pará, aconteceu uma cena de filme.

No momento em que acontecia uma missa na Igreja Divino Pai Eterno, localizada no setor Remor, onde acontecia o festejo que leva o nome da comunidade, dois homens em uma motocicleta usando capacetes, chegaram atirando contra as pessoal que participavam do evento religioso, durante o tiroteio dois homens e uma mulher foram alvejados pelos disparos, os dois homens baleados foram identificados apenas pela alcunha de “Pelé” e “Nego do Motosserra”, o nome da mulher não foi revelado. Após receberem os primeiros atendimentos em Rio Maria, os três baleados foram transferidos para o HRR – Hospital Regional Público do Araguaia em Redenção e não corre risco de morrer.

A Polícia acredita que o alvo dos atiradores poderia ser o homem identificado como Pelé, por ele ter uma intensa ficha criminal, com varias passagens pela Delegacia de Polícia Civil de Rio Maria.

Diligencia após o tiroteio

Após ser acionada, uma guarnição da PM foi ao local e de posse das informações, saiu em diligencia pela cidade em busca dos autores do crime de tentativa de homicídio.

Segundo a Polícia Militar, uma informação dava conta de onde estava um dos atiradores, a guarnição seguiu para o endereço, uma residência no Bairro Jardim Paraíso, onde fizeram uma abordagem, em seguida, ainda segundo a PM, após ser recebidos a bala, ouve um confronto entre policiais e um jovem que foi morto ao ser considerado suspeito de ter participado do tiroteio na comunidade Divino Pai Eterno.

O jovem foi identificado como sendo Marcos Vinicius Marreiro Costa, de 24 anos. A Polícia Militar afirmou ter encontrado alguns objetos na residência onde estava o jovem que, possam ter sido usados pelos atiradores, inclusive, uma arma de fogo foi encontrada na residência.

Já para o pai de Marcos Vinicius, objetos pedem ter sido plantados para incriminar seu filho, “todas as acusações que estão sendo feitas contra meu filho, são injustas, Marcos foi confundido com outra pessoa, pois não tinha envolvimento com nada de errado”, afirma o pai.

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