Prefeito de Redenção, no PA, é acusado de desviar R$ 4 milhões em pagamentos indevidos

Carlos Iavé (PMDB), seis procuradores e dois advogados tiveram bens bloqueados pela Justiça, após ação movida pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA).

A Justiça decretou indisponibilidade de bens do prefeito Carlos Iavé (PMDB) de Redenção, município do sul do Pará. Após a decisão, o gestor está impedido de comercializar três imóveis rurais localizados em Santana do Araguaia. Ele é acusado pelo Ministério Público do Pará (MPPA) de ter lesado R$4 milhões dos cofres municipais em pagamento indevido de gratificações a seis procuradores e dois assessores jurídicos.

De acordo com o MPPA, além do prefeito, os procuradores Bruno Timóteo Silva Rezende, Walteir Gomes Rezende, Gleydson da Silva Arruda, Rafael Melo de Sousa, Fernanda Souza Teodoro e Ricardo Sérgio Sarmanho de Lima; e Adilson Vitorino da Silva e Wagner Coelho Assunção, assessores jurídicos, também tiveram o bloqueio de bens pela Justiça.

O MPPA informou que os servidores era pagos para trabalhar de forma exclusiva na prefeitura municipal de Redenção, mas não respeitavam o regime especial. O MPPA disse ainda que os advogados citados na denúncia trabalhavam prestando serviços em Redenção e outros municípios. Ainda de acordo com o MPPA, o prefeito não cumpriu a suspensão do pagamento recomendado antes da proposta de ação.

G1/PA

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