Política

Prefeitura de Redenção está sobre auditoria por decreto do prefeito Carlo Iavé

Carlo Iavé Furtado, novo prefeito de Redenção
Carlo Iavé Furtado, novo prefeito de Redenção

Como foi noticiado na última sexta-feira (1º), o empresário e vice-prefeito Carlos Iavé, assumiu o cargo de prefeito de Redenção, ao contrário das especulações que diziam que ele não iriam assumir a função, como foi dito por ele mesmo ao Jornal Liberal da afiliada a Rede Globo no Pará. A posse oficial na Câmara Municipal de Redenção deve ocorrer no decorrer desta semana, mas algumas medidas já foram adotadas pelo novo gestor municipal. Através de um  decreto, assinado pelo prefeito Carlo Iavé Furtado, ficou limitado o acesso de qualquer servidor público municipal aos prédios públicos durante o período do recesso e enquanto ocorre o processo de transição.

Através do novo porta voz do governo municipal o advogada Luiz Carlos Souza, foi informado que todos os servidores temporários e secretários municipais serão exonerados de seus cargos.

O anuncio foi feito na manhã de hoje em frente ao prédio onde funciona parte da Prefeitura de Redenção. A medida desagradou a muitos integrantes de cargos de confiança do prefeito Vanderlei Coimbra e que estavam em frente ao prédio na manhã desta segunda-feira (04). Luis Carlos informou ainda  que será realizada uma auditoria em todas as secretarias e departamentos da administração pública do município.

O advogado adiantou também que os servidores temporários serão readmitidos à medida que a gestão for sentindo a necessidade do serviço destes servidores. As medidas segundo o porta voz têm como objetivo dar um choque de gestão e juntar recursos para sanar os compromissos da maquina pública. Carlos, disse ainda que o prefeito Carlo Iavé, vai ainda esta semana falar com a imprensa e explicar quais serão as medidas e forma que serão utilizadas na sua gestão.

Na noite do último domingo (03), o secretário de Administração Arnaldo Jacinto, foi impedido de entrar no prédio da administração municipal pelo porteiro e homens da Polícia Militar que faziam o trabalho de vigilância do prédio público. O secretário insistiu, mas só adentrou ao prédio depois que  um delegado da Polícia Civil foi até o local e o acompanhou até a sala onde ele fora pegar uns livros. (Fonte: Dinho Santos).

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