Polícia

Superintendência da Polícia Civil realiza operação em Xinguara

Policiais Civis da Superintendência Regional do Araguaia Paraense, cumpriram vários mandatos de prisões em Xinguara na madrugada desta quarta-feira 18 de dezembro.

Delegado Miranda superintendente da polícia civil da Regional do Araguaia Paraense
Delegado Miranda superintendente da polícia civil da Regional do Araguaia Paraense

A operação denominada “NOÉ”, em cumprimento de vários mandatos de prisão e busca e apreensão, resultou na prisão de nove pessoas ligada ao trafico de drogas em Xinguara. A equipe que participou da operação “NOÉ”, teve a participação de vários delegados e investigadores sob comando do delegado Dr. Antônio Carlos Miranda superintendente da polícia civil da Regional do Araguaia Paraense.

O delegado Miranda falou com a imprensa de Xinguara e contou como foi o trabalho para chegar ao resultado de hoje. Miranda disse que a cinco meses a superintendência vem fazendo um minucioso trabalho de investigação, com a finalidade de desarticular o comercio ilegal de drogas praticado por uma grande associação criminosa voltada a essa mercancia aqui em Xinguara.

DSC_0261 [1024x768]O delegado disse que foi montado um grande aparato para que a operação “NOÉ” fosse desencadeada em comprimento a vários mandatos de prisões e mandatos de busca e apreensão, com determinação judicial expedido pelo Dr. José Edmilson juiz titular de Xinguara, foram 10 viaturas da delegacia regional, 40 homens da polícia civil, a operação contou com o apoio do (GTO), Grupo Tático Operacional da polícia militar de Redenção e demais delegacias do plano Regional da Superintendência do Araguaia Paraense.

DSC_0264 [1024x768]Segundo o delegado Miranda, nove pessoas e certa quantidade de drogas foram apreendidas, Miranda destacou ainda que os 10 quilos de droga apreendida pelo (GTO) Grupo Tático Operacional da polícia militar de Xinguara na última sexta-feira dia 13, vinha sendo monitorada pela superintendência e que a droga abasteceria o mercado local de Xinguara. Na entrevista Miranda falou que durante os cinco meses a superintendência vinha investigando associação criminosa que agia na cidade de Xinguara, praticando homicídios, infiltrando no comercio local e até mesmo na política local. E após cinco meses de investigação foi representado junto ao poder judiciário do município pela a busca e apreensão e prisões preventivas dos elementos, onde foi desencadeada a operação “NOÉ”, que contou com o apoio de policiais do (GTO) Grupo Tático Operacional da polícia militar de Xinguara e Redenção. Todos os presos foram transferidos para Regional de Redenção onde as investigações estão sendo conduzida pelo delegado Miranda e delegado Gabriel titular da delegacia de Redenção e foi designado para o ato.

DSC_0265 [1024x768]O superintendente disse que mais informações serão colhidas e não se exclui novas ações na cidade de Xinguara. Ele ressaltou que Marquinhos que foi preso no dia 13, já era alvo da investigação e tinha mandato de prisão expedido, segundo o delegado Miranda entre as pessoas que foram presas está dois cabeças da associação criminosa, e paralelo a operação foi preso também Rafael que havia sido preso a dias atrás suspeito a roubo de banco na cidade de Baião no Estado do Pará, constatou-se que ele não tinha vinculo com aquele assalto, no entanto ele participou diretamente do assalto ao banco de Água Azul do Norte, onde ouve confronto com a polícia militar, a prisão de Rafael foi representada ao poder judiciário e o juiz José Edmilson decretou a prisão preventiva dele, agora ele será recambiado ao presidio da cidade de Redenção.

Quando perguntado pela reportagem se ele acreditava que realmente os cabeças teriam sido presos, ou se poderia ter alguém por traz da associação criminosa, Miranda disse que: Comandando diretamente a pratica delituosa na cidade de Xinguara a polícia acredita que eles são os cabeças, mas não se excluí a participação de outras pessoas junto a associação criminosa, uma vez que eles vem agindo em Xinguara a muito tempo.

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