Polícia

Travesti confessa que matou policial rodoviário

Geovani Figueredo, a “Bruna”, travesti que foi detida como suspeita de matar um cabo da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), confessou à polícia ser a autora dos disparos fatais. A informação foi repassada pelo delegado Glauco valentin, da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, que acrescentou que a travesti pretendia roubar a arma do agente.

A vítima, Ailton Otávio Lima da Silva, de 44 anos, foi sepultado na manhã de domingo (25). Ele foi encontrado morto, dentro de um carro, com oito tiros, sendo cinco na cabeça, no dia anterior. O veículo estava em um trecho da avenida João Paulo II, no bairro do Curió-Utinga, em Belém. “Bruna” foi detida na Pedreira, em um ponto onde seriam comercializadas substâncias entorpecentes ilícitas.

Ainda de acordo com o delegado, a travesti contou que estaria drogada e aceitou carona da vítima, puxou a arma e a matou a tiros. Bruna, diz Glauco Valentin, já tinha passagem pela polícia em São Paulo (SP) por tentativa de homicídio e roubo. Agora vai somar a esses crimes o de latrocínio, que corresponde ao roubo seguido de morte.

Outro suspeito, um homem de 23 anos de idade, que abrigou a travesti, era foragido da Justiça e vai voltar para a cadeia.

(Diário do Pará)

 

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