Saúde

Vacinação contra a gripe foi prorrogada

A vacinação contra influenza (gripe), disponível nas Unidades Municipais de Saúde (UMSs) desde o dia 22 de abril, continua até a próxima sexta-feira, 30 de maio, no município de Belém. Ontem, a movimentação em algumas unidades de saúde de Belém foi bem tranquila. Com 72,87% de cobertura do público-alvo até o fim da manhã de ontem no Estado, segundo informações do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), quem deixou para procurar a vacina no último dia previsto em alguns postos da capital nem precisou enfrentar fila.

Na capital, a meta é imunizar 308.321 pessoas. Apesar de 80% do público-alvo já ter sido alcançado na maioria dos grupos prioritários, as crianças com idade entre seis meses a menores de cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) ainda estão com, aproximadamente, 70% de cobertura, segundo dados parciais já lançados no site do Programa Nacional de Imunizações.

Na Unidade Básica de Saúde do Marco, a aposentada Neuza Marques, de 66 anos, se surpreendeu com a ausência de fila em frente à sala destinada à vacinação que pretende imunizar contra três subtipos do vírus da gripe. “Eu achava que ia estar complicado porque hoje é o último dia, né?”, considerava, enquanto uma única pessoa era vacinada na sua frente. “Eu acabei esquecendo de vir vacinar logo. Ontem que eu lembrei e vim hoje”.

Preocupada em vacinar o filho Arthur, de quatro anos, a estudante Kelly Lopes não precisou aguardar muito na Unidade de Saúde do Marco, porém, a ida até o local foi necessária depois que ela não conseguiu a vacina nas unidades de saúde próximas à sua casa. “Não tinha mais vacina em Ananindeua. Fomos nas unidades da Cidade Nova 4 e da Cidade Nova 8 na segunda-feira à tarde e disseram que tinha acabado”, indignava-se. “Eu resolvi ligar pra cá e disseram que tinha vacina. Fiquei surpresa de chegar aqui e não dá sufoco. Agora acho que consigo vacinar ele. Só não vacinei antes porque ele tava doente”.

Também na Unidade Municipal de Saúde da Marambaia, os que chegavam até a porta da sala de vacinação na manhã de ontem não precisavam aguardar em filas para serem vacinados. Com a pequena Ketelyn, de um ano e quatro meses, já vacinada, a dona de casa Marlene da Costa ficou aliviada. “Eu tava esperando ficar aqui até de tarde para conseguir vaciná-la, mas foi bem tranquilo. A gente chegou e foi logo entrando”, afirmou. “Tô aliviada de ter conseguido vacinar, pensei que, já que era o último dia, ia enfrentar sufoco”. (Com informações da Agência Belém)

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